17 de setembro

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12/03/19 às 17h43 - Atualizado em 12/03/19 às 17h43

Cruzeiro e Sudoeste recebem ações de combate à dengue

Na última segunda-feira (11/3), os administradores do Cruzeiro, Felippe Rodrigues; e do Sudoeste/Octogonal, Mário Oliveira; firmaram uma parceria com a Subsecretaria de Vigilância à Saúde. Como parte do projeto SOS Saúde DF, lançado pelo governador Ibaneis Rocha em janeiro deste ano, as regiões administrativas receberão cerca de 12 agentes em uma ação que tem como objetivo orientar os moradores sobre questões relacionadas a insetos e animais que podem representar risco à população. 

A iniciativa ocorrerá em duas etapas. A primeira, que acontece entre 27 a 29 de março, vai mobilizar e sensibilizar a comunidade. Os agentes da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde passarão por várias casas do Cruzeiro Velho dando explicações sobre como evitar arboviroses, isto é, doenças transmitidas por insetos. Dengue, zika vírus e febre chicungunha são alguns exemplos de doenças que podem ser prevenidas quando a população não acumula objetos que servem como criadouro para os insetos.

A segunda etapa está marcada para os dias 1 a 4 de abril. É quando as Administrações Regionais passarão nas residências anteriormente visitadas para recolher tais objetos que podem ajudar no desenvolvimento dos insetos como, por exemplo, latas, garrafas e pneus. Na época do verão, com a incidência de chuva, aumenta o número de casos de dengue. Por isso, a ideia é que as pessoas percebam que podem ajudar, com simples atitudes, a diminuir os focos dos mosquitos transmissores. "É importante que a comunidade seja participativa no combate e prevenção dos focos para que o Cruzeiro se torne ainda mais seguro para todos", comenta o administrador Felippe Rodrigues.
No Sudoeste, as ações ocorrerão no Setor de Oficinas, com a orientação no dia 29 de março e recolhimento dos objetos no dia 3 de abril.

Questão de saúde

Ratos e também escorpiões também serão abordados nas visitas. A região do Cruzeiro apresenta casos de escorpião-amarelo, que se alimenta de insetos como baratas. Picadas em crianças e idosos podem ser fatais. Em caso de picada, a recomendação é ir imediatamente ao hospital de referência mais próximo. Em Brasília, é o Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), localizado no Setor hospitalar Norte Quadra 1. Se possível, é recomendado levar o animal ou uma foto para identificação da espécie, permitindo assim uma avaliação mais eficaz sobre a gravidade do acidente.

É importante lembrar que não é em todo caso de acidente que o soro será indicado, e apenas o profissional de saúde poderá fazer essa avaliação. O antiveneno é indicado em casos moderados ou graves. Limpar o local da picada com água e sabão pode ser uma medida auxiliar, desde que não atrase a ida ao serviço de saúde. Em caso de dúvidas, é possível ligar na Ouvidoria do GDF e falar com a Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde por meio do telefone 160.

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